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Desgastado diante denúncias envolvendo líderes, PMDB faz convenção na capital

Ex-governador André Puccinelli deve assumir o comando do partido neste sábado durante ato político na sede da Associação Nipo Brasileira. .alt

 

Desgastado diante de denúncias envolvendo alguns de seus líderes, o PMDB faz convenção neste sábado sede campo da Associação Nipo Brasileira, em Campo  Grande, onde deve eleger o ex-governador André Puccinelli como presidente do diretório regional.

 

O partido também enfrenta forte desgaste por conta da baixa popularidade do presidente Michel Temer (PMDB-SP). 

 

Puccinelli deve substituir o deputado estadual Júnior Mochi, presidente da Assembleia Legislativa, com a missão de organizar o partido com vistas eleições do ano que vem. 

 

A cúpula do partido está convidando todos seus filiados para fazer uma grande festa na convenção que terá início às 8 horas. 

 

Durante o ato, o ex-governador deverá ouvir o mesmo discurso dos correligionários que insistem para que ele enfrente o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) em 2018. 

 

Outro eventual candidato ao governo é o juiz aposentado Odilon de Oliveira, recém filiado ao PDT pelas mãos do presidente regional da legenda, o deputado federal Dagoberto Nogueira. 

 

“Vamos mostrar o PMDB forte e unido”, diz Puccinelli em gravação que está circulando pelo WhatsApp.

 

Devem assinar ficha como novos peemedebistas os ex-deputados estaduais Antônio Carlos Arroyo, Coronel Ivan e Antônio Braga, segundo reportagem do portal Correio do Estado. 

 

ESPERANÇA 

 

Apesar de todo o desgaste político com a repercussão negativa na imprensa nacional após a prisão do ex-governador André Puccinelli, ocorrida no dia 14 do mês passado, algumas lideranças do PMDB ainda nutre esperança na recuperação do correligionário, visto como principal nome do partido para disputar o governo de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2018

 

No mês passado, o ex-governador foi preso por determinação do juiz federal Ney Gustavo Paes de Andrade, da 3ª Vara Federal de Campo Grande.

 

Ele foi preso como parte da Operação Papiros de Lama, 5ª fase da Operação Lama Asfáltica, da Polícia Federal.

 

Conforme a PF, a operação tem como alvo uma organização criminosa que teria causado pelo menos R$ 235 milhões em prejuízos aos cofres públicos. Bens das pessoas investigadas, que somam R$ 160 milhões, foram bloqueados.

 

Puccinelli seria o beneficiário e garantidor do esquema de propina com a JBS, que teria repassado no mínimo R$ 20 milhões.

 

Para analistas, a prisão de André Puccinelli, embora meteórica, representa uma ducha de água fria nas pretensões do ex-governador que, apesar de pressionado a candidatar-se, sempre teve dúvidas sobre sua participação no próximo pleito.

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